7 lugares pouco conhecidos na Argentina que merecem entrar em seu roteiro
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17 de maio de 2019
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10 dicas para você explorar melhor a Nova Zelândia

10 dicas para você explorar melhor a Nova Zelândia

Um guia prático e rápido com as melhores dicas para você dissecar a Nova Zelândia

Na Nova Zelândia, um país com apenas 4 milhões de pessoas, ficam alguns dos melhores roteiros outdoor do planeta. Para ajudá-lo nesta incrível busca pela mais pura aventura, preparamos um guia prático e rápido com 10 dicas para você dissecar a região.

1. Escolha a ilha certa

A terra dos kiwis, como são chamados os neozelandeses, é o lar de uma população de apenas 4,3 milhões de pessoas. E praticamente todas elas são doentes por bicicleta, escalada, caminhada, canoagem… Entendeu o espírito da coisa, né? No país, estão algumas das melhores oportunidades para se experimentar praticamente qualquer esporte ao ar livre.

Comece sua viagem escolhendo a ilha certa para seus planos. A North Island (ilha do Norte) tem regatas de iate, pesca de truta, mountain bike, vulcões, termas, lagos formados por crateras e picos escondidos para surfe, além de cidades sensacionais, como Auckland (405 mil pessoas) e Wellington (180 mil).

É lá também que fica a maior parte da cultura maori. A South Island (ilha do Sul), de população esparsa, possui trekkings longos, montanhismo, esqui de travessia, ciclismo, mountain bike, caiaque em águas brancas e passatempos cheios de adrenalina como bungee jump e base jump. A galera que mora por lá tem o hábito de praticar várias atividades desse tipo no mesmo dia.

2. Vá de trailer

A melhor e mais fácil maneira de conhecer o país é alugando um trailer, especialmente se você vai fazer uma viagem longa. Diferentemente de países como os Estados Unidos, onde a circulação de trailers é restrita, a Nova Zelândia tem um caráter de “camping livre”.

Isso significa que você pode encostar em qualquer estrada, desde que seu veículo tenha um banheiro a bordo e que você não esteja numa cidade ou em áreas de parques nacionais. Os trailers também são ótimos guarda-tralhas móveis (para caiaques, bikes, mochilas, remos).

E o fato de muitos contarem com um refrigerador significa que você pode preparar mariscos e saboreá-los ao pôr-do-sol. Duas coisas importantes para você lembrar: prepare sua mente para dirigir um veículo grande do lado esquerdo da pista e guarde uma parte do orçamento para um pit-stop em um ou dois lendários lodges (espécie de pousadas rústicas, mas com um quê de sofisticação).

Se você tem três semanas ou mais de férias, vale a pena passar pelas duas ilhas. A maior parte dos voos internacionais pousa em Auckland, e se você for para o sul são mais ou menos 1.900 quilômetros e meia-dúzia de climas diferentes entre si – de subtropical a geleiras de altitude – até o Parque Nacional de Fiordland.

Uma aventura verdadeiramente épica na região tem 4 mil quilômetros ou mais. Na North Island, passe alguns dias na Pacific Coast Highway, curtindo o ócio das praias da península de Coromandel e surfando nas ondas de Tauranga. Dirija-se ao interior pela Highway 33 e curta as famosas termas e trilhas de mountain bike de Rotorua.

Uma hora ou outra, você vai querer passear pela região dos vinhos de Hawke’s Bay até Wellington, porto da balsa Interislander, que cruza o estreito de Cook em três horas Os preços variam por veículo.
A rota do viajante rodoviário na South Island é a Highway 6, que corre ao longo da selvagem costa oeste e o mar da Tasmânia.

É fácil acampar à beira mar, e se levam três dias até as geleiras Franz Josef e Fox (para caminhadas guiadas nas duas áreas, acesse os sites franzjosefglacier.com e foxguides.co.nz). No interior, passando o Haast Pass, fica a capital da adrenalina, Queenstown, berço do bungee jump comercial e das aventuras guiadas de canionismo.

Você poderia passar uma semana aqui brincando, mas vale a pena continuar mais para o sul da ilha até o parque de Fiordland, onde a estrada termina na geleira Milford Sound, numa baía cheia de baleias, focas, pinguins e golfinhos.

Uma boa locadora de vans é a United Campervan, que tem uma vasta seleção de modelos (as diárias variam de acordo com o veículo e a temporada), ou a Natural High, em Christchurch, que oferece veículos com qualquer acessório como caiaques, bikes e equipamentos de camping.

3. Tire um tempo para relaxar

Na Nova Zelândia, o wilderness lodge, ou pousada na natureza, foi elevado a uma forma de arte, com qualidade ímpar e preços não muito em conta – apesar de o custo ser frequentemente atenuado pela inclusão de refeições no valor total. As ofertas variam desde oásis clássicos e requintados até enxutas tocas contemporâneas, com guias competentes, cartas de vinho com 500 opções e helicópteros para te elevar aos céus.

O Huka Lodge, em North Island, é o arquétipo da primeira categoria citada. Começou como um acampamento de pescaria em 1924 e agora conta com suítes privadas no rio Waikato, uma área de 69 mil metros quadrados perfeitamente bem cuidados e jantares suntuosos ao ar livre.

Tornou-se tão discretamente luxuoso que a rainha Elizabeth II e a cantora-atriz Barbra Streisand já relaxaram ali (suítes a partir de US$ 980 por pessoa, incluindo café da manhã e jantar.).

Do outro lado da North Island e para gostos totalmente opostos, está o Ahu Ahu Beach Villas, na península de Taranaki. Na verdade, trata-se de um aglomerado de casinhas rústicas bem pé-na-areia, com uma vista matadora do monte Taranaki (de 2.500 metros) e incríveis caminhadas na natureza. Algumas das melhores ondas da Nova Zelândia ficam a 20 minutos de carro (casas a partir de US$ 210 por noite).

Na South Island, a cena dos esportes radicais em Queenstown gerou uma proliferação de pousadas. Uma das mais bem recomendadas é a Blanket Bay, na costa do lago Wakatipu, 45 minutos ao norte de Queenstown. Esbalde-se em pescarias, voos panorâmicos pelo Parque Nacional de Fiordland e jantar em adegas com direito a vinhos locais (quartos duplos a partir de US$ 750).

Você também pode se divertir no Hapuku Lodge & Tree Houses. Os refúgios de um quarto, erguidos a dez metros do chão sobre em um bosque florido, guardam a essência do espírito kiwi – são bacanas, simples e ecologicamente corretos –, e cada um conta com uma lareira e um chuveiro de casal. A diária inclui uma garrafa de champagne, jantar e café da manhã (US$ 1.015 por casal;).

4. Jogue-se em uma bela caminhada

Caminhar é como uma religião nacional na Nova Zelândia. Os nove trekkings batizados de Great Walks são excepcionais e, graças à vigilância do Departamento de Conservação, muitas vezes recebem pouca gente. A trilha de Milford, uma caminhada de 53 quilômetros que passa por terreno alpino, com vista para os altos fiordes bem ao sul, é a mais popular – merecidamente.

A caminhada de quatro a cinco dias começa com uma jornada de barco cruzando pela geleira Milford Sound. Sua primeira visão: o Mitre Peak, monte com 1.692 metros que nasce diretamente da água. A caminhada campos de gelo, passa pelas cachoeiras de Sutherland, com 580 metros, e termina com outro passeio de barco pelo lago Te Anau.

Você pode reservar uma cabana para ficar em cada um desses trekkings, mais as passagens de ônibus e barco para a temporada de trekking – que rola de novembro a abril – pelo site do governo (mais ou menos US$ 340 para cabana e transportes; doc.govt.nz).

Os 55 quilômetros da trilha Abel Tasman Coast são uma caminhada fácil. Aqui é mais ensolarado do que no norte da South Island, as florestas de faia são entrecortadas por praias de areia dourada e a elevação máxima é de 200 metros. Nessa caminhada, é mais provável que, no lugar da solidão da vida selvagem, você encontre turistas dinamarqueses e alemães.

Atenção: há dois pontos baixos ao longo da trilha – Onetahuti e Awaroa – onde a maré alta cobre o caminho, então verifique a tábua de marés para evitar ser pego de surpresa. Para as noites na trilha, escolha entre uma das quatro pousadinhas que existem por lá (US$ 27 por pessoa, em cabanas) ou um dos 18 locais para camping (US$ 9 por pessoa).

Uma alternativa ao circuito Great Walk é a travessia Gillespie Rabbit Pass, da agência Aspiring Guides (aspiringguides.com). Dura oito dias e percorre o Parque Nacional Mount Aspiring, em South Island. Considerada a mais longa caminhada guiada da Nova Zelândia, ela corta desde as florestas atlânticas até as geleiras suspensas.

É uma ótima oportunidade para você conseguir chegar ao contraforte gelado da montanha Awful (o complicado cume tem 2.200 metros). Os guias também fazem papel de cozinheiros do acampamento, e você descansa em barracas pré-montadas e luxuosas cabanas de montanha (a partir de US$ 2.143 por pessoa).

5. Dê um mergulho histórico

A Nova Zelândia tem 15 mil quilômetros de costa, além de centenas de lagos de água doce e mais de 125 rios de águas brancas. Há muitos velejadores navegando por Auckland. Surfistas relaxam em Raglan. Canoístas reúnem-se na costa oeste da South Island, onde corredeiras de até classe V seguem em direção ao mar da Tasmânia.

Canoístas oceânicos remam por todos os lados. Ou seja, opções não faltam para você curtir as águas locais de um jeito inesquecível.

Uma forma diferente de começar seu tour aquático: faça parte da tripulação de uma regata de três horas a bordo do iate NZL 41, de 80 pés. Ele fica no porto de Waitemata, em Auckland, e o passeio sai por US$ 150. Para aventuras mais longas no mar, a Bay of Islands, arquipélago na costa nordeste da North Island, oferece no verão temperaturas entre 15ºC e 20ºC, uma agradável brisa constante e cerca de 150 ilhas.

A Great Escape Yacht Charters aluga veleiros Davidson 20 (US$ 90 por dia) ou Noelex 25 (US$ 120 por dia).

Se você está a fim de surfar belíssimos swells, então vista sua roupa de neoprene e se jogue no mar durante estações mais frias (de abril a junho). Traga sua prancha e vá até Raglan, na costa oeste da North Island, lar da “esquerda mais longa do mundo” – que, na verdade, é uma série de três arrebentações que nascem ao pé de um vulcão adormecido.

Descanse na pousada Solscape, feita toda com madeira reciclada (quartos a partir de US$ 105).

Outra ótima sugestão: uma trip de rafting com helicóptero. A agência Hidden Valleys oferece viagens de dois dias para os rios Perth (classe V) e Whataroa (classes III e IV). Você voa até um trecho calmo do Perth, rio de degelo, e desce por gargantas íngremes e florestas temperadas antes de voar até o local da navegação pelo Whataroa, que tem vista para os Southern Alps durante a descida para a costa oeste (US$ 670 por pessoa).

Caiaque oceânico por Milford Sound é uma clássica aventura neozelandesa, mas a baía vizinha, chamada Doubtful Sound e localizada no parque de Fiordland, tem mais do que o dobro de comprimento e recebe muito menos turistas. Isso porque chegar até lá demanda uma navegação em balsa de 30 quilômetros pelo lago Manapouri, seguida de um trecho de ônibus de 26 quilômetros.

A Adventure Kayak & Cruise oferece viagens de um dia ou mais, passando pela cachoeira Helena Falls, com 220 metros, e pelo monte Commander, com seus quase 1.300 metros saindo direto da água (a partir de US$ 182).

6. Lance sua isca

Pescaria aqui é esporte sério, principalmente aquela tradicional em que a pessoa fica com água pela cintura e lança sua isca bem longe para tentar pescar algo. A atividade é tão popular que a Nova Zelândia baniu o uso de botas com solado de feltro, que espalha microorganismos nocivos aos ecossistemas de água doce.

Uma experiência típica kiwi é arremessar iscas de moscas secas (o que eles chamam de fly-fishing) em pequenos córregos de águas cristalinas, para capturar trutas marrons do tamanho de uma bola de futebol americano. Mas a tarefa não é fácil: poucos rios da Nova Zelândia têm mais do que mil peixes por milha quadrada (muito pouco ao se comparar, por exemplo, com rios do oeste dos EUA, que têm até 20 mil).

Ter um guia é essencial, e os melhores profissionais costumam ser encontrados em pousadas de luxo.

Mike McClelland, proprietário da agência Best of New Zealand Fly Fishing, faz qualquer viagem sob medida. Entre seus pontos favoritos, está a pousada Poronui Lodge, em North Island, rodeada por 40 quilômetros das melhores pescarias da Nova Zelândia. Você pode visitar nascentes, navegar até rios selvagens ou ir de helicóptero a córregos mais remotos (a partir de US$ 670 por pessoa a diária, incluindo guias e refeições).

7. Não esqueça sua bike

Mais de 350 mil turistas pedalam na Nova Zelândia a cada ano. Não é por acaso: o país é seguro, sua paisagem é de cair o queixo e até as menores estradinhas são pavimentadas e bem conservadas. E ainda há desafios aos montes: os ventos marítimos sopram o ano todo, e a chuva e o trânsito são ameaças corriqueiras. Para a combinação ideal de céu claro e estrada vazia, a melhor época do ano é fevereiro.

De todas as rotas turísticas, a que mais se sobressai é a pedalada de 885 quilômetros entre Christchurch e Queenstown – para ela, separe 12 dias ou mais. Dica: evite o lotado Arthur’s Pass e pedale mais para o norte, atravessando os vinhedos de Canterbury para cruzar pelo Lewis Pass.

Na frondosa costa oeste, ao longo da Highway 6, nossa dica são as vistas do mar da Tasmânia, com suas maravilhas naturais como as pancake rocks, ou rochas costeiras achatadas e empilhadas, em Punakaiki, e atrações turísticas peculiares, entre elas os famosos insetos brilhantes de Charleston (é sério, eles brilham para caramba).

Monte sua barraca em alguma das inúmeras áreas para camping designadas pelo governo – prepare-se para encontrar belas praias rochosas e florestas exuberantes – ou fique numa aconchegante pousada como a Birds Ferry, perto de Charleston (o pacote de duas noites com massagem custa US$ 610 por casal).

Quando a estrada começar a seguir para o interior, pedale até os 563 metros do Haast Pass até Wanaka e despenque pela sinuosa estrada de Crown Range, a mais alta da Nova Zelândia – com vista para a Remarkable Mountain Range e o lago Wakatipu – até chegar a Queenstown.

Duas boas opções de operadoras em Christchurch: a NZ Bicycle Tours, que pode customizar e guiar qualquer itinerário para você, e a Natural High, que aluga bikes para serem devolvidas em Queenstown.

Kiwi urbano

Levando em conta seus genes aventureiros, até que os kiwis saem-se bem na vida urbana. Auckland atrai muita atenção como a “Cidade das Velas”, mas o guia dos mochileiros Lonely Planet acaba de eleger Wellington, a capital, como a quarta melhor cidade do mundo em sua lista de 2011.

Construída nas encostas de uma montanha e com vista para uma baía, Wellington é a resposta kiwi para São Francisco: bacana, próxima à natureza e bem compacta. Saindo do centro da cidade, cheio de cafés e baladas, pode-se pegar um ônibus de 20 minutos até o Makara Peak (makarapeak.org), um conjunto de singletracks com vista para os veleiros da baía.

A cidade de 410 mil habitantes também é povoada por mentes criativas, como o ícone da indústria cinematográfica Peter Jackson e o empreendedor das roupas outdoor Jeremy Moon, fundador da marca Icebreaker. A Ohtel, nova pousada-boutique, orgulha-se de seus banheiros vintage com chuveirões, banheiras para duas pessoas e vista para o porto (quartos duplos a partir de US$ 175; ohtel.com).

8. Encare a montanha de frente

Não se pode esquecer uma fato essencial: foi na Nova Zelândia que sir Edmund Hillary, o primeiro ocidental a chegar ao cume do Everest, aprendeu a escalar. E ele não é o único. As montanhas da Nova Zelândia são ideais para treinos, pois demandam técnica – travessia de geleiras, resgate em gretas e previsão do tempo –, mas não exigem oxigênio suplementar.

O monte Cook, em South Island, com seus 3.753 metros, é o mais alto do país. Mas as melhores experiências de aprendizado para montanhistas ambiciosos estão na Aspiring, montanha altamente técnica de 3.033 metros localizada nos Southern Alps e com lindas vistas para o mar da Tasmânia.

A agência Aspiring Guides oferece escaladas de cinco dias (helicóptero incluído) ou de sete dias (caminhando na ida e na volta), com um guia por cliente. A partir de US$ 3.344 por pessoa.

9. Adrenaline-se

No melhor sentido, a população de Queenstown parece sofrer de Síndrome de Peter Pan, aquela espécie de “doença” em que os adultos se recusam a crescer. Brincar, ali, é quase uma religião. Por essas e outras, a “Capital Mundial da Aventura”, situada entre o lago Wakatipu e a cadeia de montanhas batizada de Remarkables, recebe provavelmente a maioria dos turistas do planeta em busca de fortes emoções outdoor.

AJ Hackett montou seu primeiro bungee jump aqui em 1986. Atualmente, ao contratar seus serviços de eco-turismo, você pode pular e chicotear em três locais de Queenstown, ou escolher alguma empresa da crescente lista de operadoras oferecendo brincadeiras cheias de adrenalina, incluindo jet boat por um rio de cânion, surf fluvial, canionismo, trilhas das mais desafiadoras ou ir de carona em um daqueles aviõezinhos que fazem piruetas no ar conhecidos como stunt planes (visite queenstownadventure.co.nz para ver a maioria dessas atividades).

Nos últimos anos, a adrenalina de Queenstown ganhou um ar mais chique, com a proliferação de restaurantes de primeira classe e hotéis cinco estrelas. E por que não misturar os dois ingredientes? O The Spire, hotel boutique de dez quartos, oferece um pacote de quatro dias apelidado de “Extreme Adrenalin”, que inclui jet boat, parapente, bungee jump e um salto de 4.500 metros de pára-quedas (quartos duplos saem por US$ 3.750).

10. Misture tudo e divirta-se como nunca

Uma grande quantidade de operadoras locais vem juntando todas as atrações outdoor do país em um só roteiro, o que dá ao visitante uma ideia bem ampla do que a Nova Zelândia tem a oferecer.

O pacote “North Island New Zealand Multisport”, da agência Backroads, conta com bike pelos vinhedos de Hawke’s Bay, caminhada pela península de Coromandel, caiaque até uma terma no lago Rotoiti e hospedagem no Mangapapa Petit Hotel, uma propriedade rural rodeada de pomares de maçãs e peras.

Oito dias custam a partir de US$ 4.298 em quarto duplo). Já a agência Wilderness Travel montou o roteiro “A South Island Adventure”, que consiste em um passeio de 13 dias com caminhadas por lugares como o Parque Nacional de Abel Tasman, natação com golfinhos na península de Kaikoura, visita aos vinhedos de Marlborough, trilha no glaciar Fox e um cruzeiro de uma noite pela geleira de Milford Sound. Isso tudo sai por US$ 5.195.

Para visitantes mais ecológicos, o novíssimo roteiro “Deep Green Pounamu”, da Active New Zealand, oferece uma rota de 13 dias pelas estradas entre Christchurch e Queenstown. Os clientes são transportados em um ônibus movido a biodiesel e plantam árvores para compensar sua pegada de carbono.

A alimentação é baseada em vinho e comida orgânica, e a hospedagem se dá em pousadas que fizeram da sustentabilidade sua grande missão. Aproveite todos os pontos altos da South Island: caminhada no Parque Nacional Mount Aspiring e ao longo das trilhas Queen Charlotte, Abel Tasman e Routeburn; caiaque na Marlborough Sound; bike em Wanaka e natação com golfinhos-do-crepúsculo (US$ 5.500).

A ascensão maori

Os nativos da etnia maori compõem 15% da população da Nova Zelândia. Como os aborígenes da vizinha Austrália, eles foram marginalizados – tão severamente que, até 1995, sua língua estava à beira da extinção.

Felizmente os últimos quinze anos assistiram a uma renascença da cultura maori: essa população cresceu 28%, e os dólares do turismo começam a apoiar a economia e o orgulho locais.

A história de sucesso mais inspiradora é a de Kai­koura, uma vila com 3.900 habitantes na costa pacífica de South Island. Lá a observação de baleias, atividade que pertence aos maoris, tornou-se uma das atrações mais legais da região – e batem nos 95% as chances de você avistar uma cachalote gigante (US$ 110 por pessoa o passeio de 2h30 em catamarã).

 

Fonte: Go Outside

 

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